Zezé Di Camargo e Luciano
Luar Do Sertăo
Todas as letras de músicas de Zezé Di Camargo e LucianoMúsicas do álbum Ediçăo Especial: 15 Anos de Sucesso 3 CDs + 1 DVD
- Original
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Oh que saudade do luar da minha terra
Lá na serra branquejando, folhas secas pelo chăo
Este luar cá da cidade tăo escuro
Năo tem aquela saudade, do luar lá do sertăo!
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Se a lua nasce por detras da verde mata
Mais parece um sol de prata, prateando a solidăo
E a gente pega na viola que ponteia
E a cançăo e a lua cheia, a nascer no coraçăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Coisa mais bela neste mundo năo existe
Do que ouvir o galo triste no sertăo se faz luar
Parece até que a alma da lua é quem diz "canta"!
Escondida na garganta deste galo a soluçar
Ah, quem me dera eu morresse la na serra!
Abraçado á minha terra de domingo de uma vez
Ser enterrado numa grota pequenina
Onde á tarde, a sururina chora a sua viuvez
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo!
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Oh que saudade do luar da minha terra
Lá na serra branquejando, folhas secas pelo chăo
Este luar cá da cidade tăo escuro
Năo tem aquela saudade, do luar lá do sertăo!
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Se a lua nasce por detras da verde mata
Mais parece um sol de prata, prateando a solidăo
E a gente pega na viola que ponteia
E a cançăo e a lua cheia, a nascer no coraçăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Coisa mais bela neste mundo năo existe
Do que ouvir o galo triste no sertăo se faz luar
Parece até que a alma da lua é quem diz "canta"!
Escondida na garganta deste galo a soluçar
Ah, quem me dera eu morresse la na serra!
Abraçado á minha terra de domingo de uma vez
Ser enterrado numa grota pequenina
Onde á tarde, a sururina chora a sua viuvez
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo
Năo há, ó gente, oh! năo, luar como esse do sertăo!
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