- Original
Comprei um rádio muito bom
Ŕ prestaçăo
Levei-o para o morro
E instalei-o no meu próprio barracăo
E toda a tardinha
Quando eu chego pra jantar
Logo ponho o rádio pra tocar
E a vizinhança pouco a pouco
Vai chegando
E vai-se aglomerando o povaréu
Lá no portăo
Mas quem eu queria năo vem nunca
Por năo gostar de música
E năo ter coraçăo
Acabo é perdendo a pacięncia
Estou cansado, cansado de esperar
Eu vou vender meu rádio a qualquer um
Por qualquer preço
Só pra năo me amofinar
Eu nunca vi maldade assim
Tanto zombar, zombar de mim
Disse um poeta
Que do amor era descrente:
Quase sempre a gente gosta
De quem năo gosta da gente!
by Jazzca
Ŕ prestaçăo
Levei-o para o morro
E instalei-o no meu próprio barracăo
E toda a tardinha
Quando eu chego pra jantar
Logo ponho o rádio pra tocar
E a vizinhança pouco a pouco
Vai chegando
E vai-se aglomerando o povaréu
Lá no portăo
Mas quem eu queria năo vem nunca
Por năo gostar de música
E năo ter coraçăo
Acabo é perdendo a pacięncia
Estou cansado, cansado de esperar
Eu vou vender meu rádio a qualquer um
Por qualquer preço
Só pra năo me amofinar
Eu nunca vi maldade assim
Tanto zombar, zombar de mim
Disse um poeta
Que do amor era descrente:
Quase sempre a gente gosta
De quem năo gosta da gente!
by Jazzca

