Zé Ramalho
Disparada
Todas as letras de músicas de Zé RamalhoMúsicas do álbum 20 Supersucessos - Zé Ramalho - Vol. II
- Original
Prepare o seu coraçăo pras coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertăo, eu venho lá do sertăo
Eu venho lá do sertăo e posso năo lhe agradar
Aprendi a dizer năo,ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo, a morte o destino, tudo
Estava fora do lugar, eu vivo pra consertar
Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
năo por um motivo meu, ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, porem por necessidade
Do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu
Boiadeiro muito tempo, laco firme e braco forte
Muito gado, muita gente, pela vida segurei
Seguia como num sonho, e boiadeiro era um rei
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visoes se clareando
As visoes se clareando, até que um dia acordei
entăo năo pude seguir valente em lugar tenente
O dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente e
diferente
Se vocę năo concordar năo posso me desculpar
năo canto pra enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar vocę de lado, vou cantar noutro lugar
Na boiada já fui boi,boiadeiro já fui rei
năo por um motivo meu, ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, por qualquer coisa de
seu
Por qualquer coisa de seu,querer mais longe que eu
Eu venho lá do sertăo, eu venho lá do sertăo
Eu venho lá do sertăo e posso năo lhe agradar
Aprendi a dizer năo,ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo, a morte o destino, tudo
Estava fora do lugar, eu vivo pra consertar
Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
năo por um motivo meu, ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, porem por necessidade
Do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu
Boiadeiro muito tempo, laco firme e braco forte
Muito gado, muita gente, pela vida segurei
Seguia como num sonho, e boiadeiro era um rei
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visoes se clareando
As visoes se clareando, até que um dia acordei
entăo năo pude seguir valente em lugar tenente
O dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente e
diferente
Se vocę năo concordar năo posso me desculpar
năo canto pra enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar vocę de lado, vou cantar noutro lugar
Na boiada já fui boi,boiadeiro já fui rei
năo por um motivo meu, ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, por qualquer coisa de
seu
Por qualquer coisa de seu,querer mais longe que eu

