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Eu não aprecio o fato
Que ela vem em minha casa quando eu não estou
Que ela vai nos meus lençóis
Vestida com meu próprio pijama
Eu aprecio menos ainda o fato
De que você fique vigiando minha volta com essa cara de desconfio
E quando eu volto para casa
Lá é "docinho vêm pros meus braços"

Você mente
Eu sei quando você fica desconfiado
De vez em quando quando você toma banho
Que ela liga e sou eu que atendo
Ela desliga na minha cara

Me diz
Eu a conheço?
Por que?
O que ela poderia te dar
Mais do que eu?
O que ela tem que eu não tenho?

É esquisito
Esse jeito que ela te olha
Que comportamento é esse que ela te chama de bebê?
Você dirá aquela vadia
Que eu vou bater nela
É esquisito

Quando você trabalha no studio
Que você se faz de idiota
Com as tais de Milia
Ou Myriam
Quem te disse que você é bonitinho

Você mal vê a minha dor
Uma coisa que eu não suporto
Ela brinca com os meus nervos
Ela até fica com alguns
Ela nunca te amará mais do que eu

Você mente
Eu sei quando você fica desconfiado
De vez em quando ela se mexe na sua frente
Ela mexe seus quadris
Ela dança
E você, abre bem grande sua boca

Me diz
Eu a conheço?
Por que?
O que ela poderia te dar
Mais do que eu?
O que ela tem que eu não tenho?

É esquisito
Esse jeito que ela te olha
Que comportamento é esse que ela te chama de bebê?
Você dirá aquela vadia
Que eu vou bater nela
É esquisito

É esquisito
Esse jeito que ela te olha
Que comportamento é esse que ela te chama de bebê?
Você dirá aquela vadia
Que eu vou bater nela
É esquisito

É esquisito
Esse jeito que ela te olha
Que comportamento é esse que ela te chama de bebê?
Você dirá aquela vadia
Que eu vou bater nela
É esquisito

É esquisito
Esse jeito que ela te olha
Que comportamento é esse que ela te chama de bebê?
Você dirá aquela vadia
Que eu vou bater nela
É esquisito

Tudo, tudo é esquisito...