- Letra
O Dia
Bala no peito, nem sei de onde veio e muito menos para onde vai.
Entrou no meio, rasgou, não tive culpa e nem por isso estou livre em paz.
Nossas janelas fechadas e as almas armadas
Contra quem tem um revólver nas mãos.
Quem tem mais revolta tenta entender.
Bala no peito, não está nada certo e mesmo assim vamos correndo atrás.
De nada adianta 'comer' sua TV e esperar sentado vendo acontecer.
Nossas janelas abertas, há uma promessa de que haverá uma nova estação.
De que haverá uma nova estação.
Quem tem mais revolta tenta entender.
Contra quem tem um revólver nas mãos.
Bala no peito, nem sei de onde veio e muito menos para onde vai.
Entrou no meio, rasgou, não tive culpa e nem por isso estou livre em paz.
Nossas janelas fechadas e as almas armadas
Contra quem tem um revólver nas mãos.
Quem tem mais revolta tenta entender.
Bala no peito, não está nada certo e mesmo assim vamos correndo atrás.
De nada adianta 'comer' sua TV e esperar sentado vendo acontecer.
Nossas janelas abertas, há uma promessa de que haverá uma nova estação.
De que haverá uma nova estação.
Quem tem mais revolta tenta entender.
Contra quem tem um revólver nas mãos.
