- Original
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de Săo Joăo
Eu perguntei, ei, a Deus do cé - éu
Por que tamanha judiaçăo?
Que braseiro, que fornalha,
Nem um pé de plantaçăo
Bis Por falta dágua perdi meu gado
Morreu de sede meu alazăo
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertăo
Bis Entonce eu disse: Adeus, Rozinha,
Guarda contigo meu coraçăo
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantaçăo
Bis Eu te asseguro, năo chores năo,viu,
Que eu voltarei, viu, meu coraçăo.
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar, viu, pro meu sertăo
Qual fogueira de Săo Joăo
Eu perguntei, ei, a Deus do cé - éu
Por que tamanha judiaçăo?
Que braseiro, que fornalha,
Nem um pé de plantaçăo
Bis Por falta dágua perdi meu gado
Morreu de sede meu alazăo
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertăo
Bis Entonce eu disse: Adeus, Rozinha,
Guarda contigo meu coraçăo
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantaçăo
Bis Eu te asseguro, năo chores năo,viu,
Que eu voltarei, viu, meu coraçăo.
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar, viu, pro meu sertăo
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