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Titanomaquia
  • Original
Năo é que eu me arrependi
Eu tô com vontade de rir
Năo é que eu me sinto mal
Eu posso fazer igual

Năo é que eu vou fazer igual
Eu vou fazer pior
Năo é que eu vou fazer igual
Eu vou fazer pior

Nem sempre se pode ser Deus
Nem sempre se pode ser Deus

Por isso que estou gritando
Por isso que estou gritando
Por isso que estou gritando
Por isso que estou gritando

Năo é que eu passei do limite
Isso pra mim é normal
Năo é que eu me sinta bem
Eu posso fazer igual

Năo é que eu vou fazer igual
Eu vou fazer pior
Năo é que eu vou fazer igual
Eu vou fazer pior

Por isso que estou gritando
Por isso que estou gritando
Por isso que estou gritando
Por isso que estou gritando

André Jung, atual baterista do Ira!, já foi dos Tităs. Charles Gavin entrou depois dele e está até hoje.

O guitarrista Marcelo Fromer morreu no dia 13 de junho de 2001, depois de ter sido atropelado por uma moto.

O guitarrista Tony Bellotto é casado desde 1990 com a atriz Malu Mader e o casal tem dois filhos: Joăo e Antônio.

Tony Bellotto chegou a cursar faculdade de arquitetura em Santos, mas acabou abandonando o curso dois anos depois para se dedicar à música.

Admirador de romances policiais, Tony Bellotto já escreveu 3 livros: Bellini e a Esfinge, Bellini e o Demônio e BR 163 - Duas Histórias na Estrada. Ele também lançou um livro para o público infanto-juvenil chamado O livro do guitarrista.

Em 2002, Paulo Miklos estreou no cinema com o filme O Invasor, de Beto Brant. No papel do assassino Anísio, ganhou o prêmio de ator revelaçăo no Festival de Cinema de Brasília. Ele também participou da novela Bang Bang, da Rede Globo.

O tecladista Sérgio Britto é o compositor com maior número de cançőes gravadas nos Tităs, entre elas sucessos como Marvin (com Nando Reis), Homem Primata (com Marcelo Fromer, Nando Reis e Ciro Pessoa), Comida (com Fromer e Arnaldo Antunes), Miséria (com Arnaldo e Paulo Miklos) e a recente Epitáfio.

Sérgio Britto é filho do político Almino Afonso. Em 1964 os militares tomaram o poder e a família toda teve que deixar o país. Durante os 9 anos de exílio forçado, Sérgio Britto morou no Chile e acabou sendo alfabetizado em castelhano.