Quando o mar tranqüilo conspira armaduras E suas soturnas e abortadas Correntes produzem pequenos monstros A verdadeira navegação é a morte Horrífico instante E o primeiro animal é lançado As patas devoram furiosamente Seu próprio simples e obstinado galope E as cabeças se erguem Equilíbrio Relaxamento Pausa Aceitação Na agonia muda as narinas Com cuidado são purificadas E seladas