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Machina: The Machines of God
A Era Da Inocência

Nos despedimos das estradas que passaram
Pra andar por estas ruas sem nenhum medo
Nos conformando com os restos
Dos nossos ossos e sem nenhuma vergonha
Não há mais ninguém te vigiando
Não há mais aquele homem simples
Desolado sim, hesitante nunca
Desolado sim, hesitante nunca
Como você deve ter visto nada é revelado por completo
Desolado sim, hesitante nunca
E nas minhas orações eu sonho sozinho
Um discurso em silêncio para um surdo
Se você quiser amor você deve ser amor
mas se você sangrar amor você morrerá amado
Chega de mentirem pra você
Te arremessando pedras e te deixando na escuridão do outono
Desolado sim, hesitante nunca
Desolado sim, hesitante nunca
Como você deve ter sentido essa não é a nossa casa
Desolado sim, hesitante nunca
Antes das cermônias da primavera - Todos os significados aparecem
Só um gotinho do que virá - Apenas um relance do que passou
Por que por enquanto somos livres - E nós tentamos manter as nossas promessas
Jovem demais pra morrer, rico demais pra se importar e ferrado demais pra jurar que eu estava lá
Desolado sim, hesitante nunca
Desolado sim, hesitante nunca
Como você deve ter sentido essa não é a nossa casa
Desolado sim, hesitante nunca

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