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Não vem que não tem
respeitei tá li septilei
pra por terror eu também
sou igual a voçês so falo o que sei
aprendem sou lá do brooklin
favela morra oplis
campinho canão brooklin
pra rappin hood chega quem é não ilude
amigos também festeja mouto
quer também o perdão que falta hoje é aquilo
quem é sabe Jesus nos troxe
poder saber que a paz é monte
precária favela são bão todas trestas
lembro sou problema terrivel na queda
tão pouco ser he-man tão pouco ser spectraman
esqueça-me sou filho pai bom lembre-se
mundim ruim toliçe espraiada comdi
se não sabes pedir faça trabalho
seja um homem não existe mavel
não quero ser real a bala é dor fél
ter medo é cruel na pátrica é click cléu
foi como um missel pode crer
cruel, cruel, cruel, cruel, cruel

Não faça isso ok fei
coca não é rapé depois qualé que é
o crime tem suas regras quem é é
guerreiro rap inverte passo a paste
quem sabe tão pode crer nasci bebê
não nasci covarde sou Sabotage
o bem ou mal meu rap haje
assim me vim cantar representar
falando um monte
brigar pra que se agora é minha vez
é oussa-me
o rap é como um filho então louvemos ao mestre
ouvi meu som nun baile
bati cabeça invande
lazer de um misselvage
o espaço de um camicarre
rap louco chapa o globo
é eu uso a mente o "homis"
já sabe que eu sou rap enquadra sempre
o simples martin gera tal problema tilzim
quer um conselho jow coca mais não
só do verdin as ruas endoidou
quem tem mais qué tá assim
na selva jow a caça está aberta
ao estopim foi como um missel