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PNYC
ÉPOCAS AZEDAS

Fingir que alguém pode achar
Fantasias e a rosa da manhã
Fruto proibido, mentiras escondidas
Cortesias que eu desprezo,
em mim

Dê uma volta, arrisque-se agora
Porque ninguém me ama, é verdade
Não como você me ama

Encoberto pela crença cega
Que fantasia com gritos cheios de pecado
Tolere os fatos ou logo morrerá
Termine as promessas, não precisa mentir
Aproveite

Dê uma volta, arrisque-se agora
Porque ninguém me ama, é verdade
Não como você me ama

O que eu sou e por quê?
Porque tudo o que me sobrou são as recordações de ontem
Oh, essas épocas azedas

Porque ninguém me ama, é verdade
Não como você me ama

Depois de um tempo o gosto amargo
Da inocência desintegra
Sementes espalhadas, vidas enterradas
Histórias de nossos disfarces
renascem
A circunstância decidirá ....


Traduzido por Xélica