Tom: F#F#G#mC#7
Mesmo sem ver a saída ele não quer tristeza
F#G#mC#7
Um dia sabe vai dizer que está tudo beleza
F#G#mC#7
Com os verdadeiros amigos tomar a cerveja
F#G#mC#7
E a pelada na praia toda sexta-feira
F#G#mC#7
Sem esquecer do trabalho zoar a cabeça
F#G#mC#7
E nem por isso achar que é mais que ninguém
F#G#mC#7
Manda um alô lá pros "maluco" de Copacabana
F#G#mC#7
Onde não tira onda mas é considerado também
BmA#m
Quem é escravo da dor
BmA#mD#7G#m
Na vida só será feliz se disser
C#7
Tô de bem
F#G#mC#7
Tô de bem
F#G#mC#7
Tô de bem com a vida, meu amor
F#G#mC#7
Tudo bem
F#G#mC#7
Oi oi oi oi
F#G#mC#7
Seus versos vêm do batuque da roda de samba
F#G#mC#7
Mas se perguntar sobre o mundo sabe responder
F#G#mC#7
A realidade é dura mas tinha certeza
F#G#mC#7
Que vivendo com dignidade, seria feliz
F#G#mC#7
Manda um recado bonito pra toda pessoa
F#G#mC#7
Que vê a vida sempre como uma coisa boa
F#G#mC#7
Que acredita que o amor chegará com cultura pra toda essa gent
F#G#mC#7
E mostrar relação do viver e do evoluir
A banda nasceu de uma conversa de bar entre os integrantes Luís Maurício (baixo), Bruno (percussão) e Alexandre (vocal), que se conheceram na UnB, Universidade de Brasília.
Algumas das inspirações da banda são Djavan, Inner Circle e Cidade Negra
A nome original da banda era Nativus. Mas como havia um grupo musical no RS chamado Nativo exigindo exclusividade do nome Nativus, por terem o registro tanto do nome como de suas variáveis (Nativos e Nativu), a banda resolveu mudar o nome para Natiruts para não sofrer um processo.