Marcelo D2
A Maldição Do Samba
Todas as letras de músicas de Marcelo D2Músicas do álbum À Procura Da Batida Perfeita
- Original
- Cifras
Quer dançar? Quer dançar? Então prepara. A maldição bateu,
sambou, nunca mais pára. E tá na cara, a raiz tá cravada no
chão, do tronco ao fruto com a nave-mãe fazendo a conexão. E
sangue bom, eu disse, sangue bom tem coisas que invadem o
coração, já disse João. Não, ninguém faz samba por que prefere.
Sobre o poder da criação força nenhuma no mundo interfere. E
fabricado em série é o curinga do baralho. Resistência cultural:
Casa do caralho. E passo-a-passo foi tomando conta de mim, é
coisa fina, DJ com tamborim. Fortaleceu meus braços, abriu minha
cabeça, um ser humano digno aconteça o que aconteça. Hip-hop
Rio, um punhado de bambas, e sabe o que que é isso?
A maldição do samba
A maldição do samba (4x)
O gringo subiu no morro e bebeu cachaça, fumou maconha e obteve
a graça. Depois do samba sua vida nunca mais foi a mesma (2x)
("Show Time") A batida arregaça o melhor som da praça, o grave
racha o muro e o agudo quebra a vidraça. Na vida tudo passa, não
há nada que cê faça, mas rima após rima não é de graça
("Show Time") Agora sabe como é que é? Samba no pé.
Samba.
Samba no pé. A percussão eletrônica e a favela na internet. O
coco é enlatado e a banana com chiclete.
A maldição do Samba (4x)
O "flow" é na batida e o relógio tic-tac. É papel e caneta e
coração deu piripaque. Globalizado ou não, mantenho meus laços.
Do hip-hop ao samba é compasso por compasso.
Nem feliz, nem aflito, nem no lugar mais bonito, nada mais
interfere no quadro que eu pinto. A bênção à velha-guarda, o
samba de terreiro. A maldição te pega no Rio de Janeiro.
A maldição do Samba (4x)
"Essa daqui ó, essa daqui, é a maldição do samba"
(Tá legal, tá legal, eu aceito o argumento. Mas não me altere o
samba tanto assim)
sambou, nunca mais pára. E tá na cara, a raiz tá cravada no
chão, do tronco ao fruto com a nave-mãe fazendo a conexão. E
sangue bom, eu disse, sangue bom tem coisas que invadem o
coração, já disse João. Não, ninguém faz samba por que prefere.
Sobre o poder da criação força nenhuma no mundo interfere. E
fabricado em série é o curinga do baralho. Resistência cultural:
Casa do caralho. E passo-a-passo foi tomando conta de mim, é
coisa fina, DJ com tamborim. Fortaleceu meus braços, abriu minha
cabeça, um ser humano digno aconteça o que aconteça. Hip-hop
Rio, um punhado de bambas, e sabe o que que é isso?
A maldição do samba
A maldição do samba (4x)
O gringo subiu no morro e bebeu cachaça, fumou maconha e obteve
a graça. Depois do samba sua vida nunca mais foi a mesma (2x)
("Show Time") A batida arregaça o melhor som da praça, o grave
racha o muro e o agudo quebra a vidraça. Na vida tudo passa, não
há nada que cê faça, mas rima após rima não é de graça
("Show Time") Agora sabe como é que é? Samba no pé.
Samba.
Samba no pé. A percussão eletrônica e a favela na internet. O
coco é enlatado e a banana com chiclete.
A maldição do Samba (4x)
O "flow" é na batida e o relógio tic-tac. É papel e caneta e
coração deu piripaque. Globalizado ou não, mantenho meus laços.
Do hip-hop ao samba é compasso por compasso.
Nem feliz, nem aflito, nem no lugar mais bonito, nada mais
interfere no quadro que eu pinto. A bênção à velha-guarda, o
samba de terreiro. A maldição te pega no Rio de Janeiro.
A maldição do Samba (4x)
"Essa daqui ó, essa daqui, é a maldição do samba"
(Tá legal, tá legal, eu aceito o argumento. Mas não me altere o
samba tanto assim)
