essa é uma história de duas pessoas que se foram dois que jazz lei lei ai lei lei ai lei lei ai lei lei ai olhe lá pra baixo camarada quanta gente complicada fazendo da vida uma obrigação olhe lá pra baixo por favor onde esta o amor me fale que eu busco onde for talvez meu amigo é melhor que nós jazz pra poder ver coisas que lá ninguém ve pra poder gritar com tres letra a paz inspira-la embaixo quem não quer sofrer quem foi que é voltar pra mostrar quem dá dá pra fazer da terra um mundo feliz pr amostrar pro branco que o negro é igual e que todos viemos da mesma raíz eu não vejo alegria em quase ninguém só testas franzidas de preocupação criticam os crentes la embaixo também mas bem aventurado quem estende a mão eu vou me ajoelhar e pedir para Deus só dar uma chance pra gente voltar mas se nem Jesus, o mundo recebeu não vai ser dois loucos que vão aceitar lei lei ai lei lei ai lei lei ai mas ninguém la embaixo compreende que as coisas aqui em cima não mudam que tudo é igual não existe mundo dos seus onhos pois estar na sua mente o certo e o errado o bem e o mal aqui não a vida, não sei explicar então de valor para tudo que tens não existe sol não existe mar eu pareço ser gente mas não sou ninguém sou mais um aflito querendo voltar mas eu não dei valor para o mundo que eu vim mas meu camarada eu não posso chorar pois não a mais lágrimas dentro de mim parece um sonho um sonho real onde não ouço vozes nem posso gritar nem posso acordar porque já dormi dormi para sempre num sono anormal quando é que voces aí embaixo vão ver que o mundo dos sonhos esta bem aí mais perto de tudo dentro de você e não na pessoa que nunca sorri foi tarde demais que eu acordei acordei dormindo querendo que tens com tudo nas mãos eu não aproveitei agora sou triste sou triste de vez lei lei ai lei lei ai lei lei ai olha aquele bicho que estranho olha so o seu tamanho até parece ser humano e seu cabelo é castanho olha a vaidade que ele tem não pensa em ninguém não da um mesmo que ele tenha cem são predios e casas tapando o sol tapando a lua e tudo que é belo eu quero fugir daonde tem morte pintar o cinza de azul e amarelo não sei se é o céu eu não sei se é o mar eu não posso falar pois não vão me escutar quem pisa em humilde, explora o sertão sem dar um registro ou medicação quem rouba do pobre e nunca sorri e impede o filho de se divertir só vai me escutar quem quer sossegar quem quer sombra e água fresca porque já sofreu quem quer encontrar um outro lugar que ninguém lá morreu lei lei ai lei lei ai lei lei ai lei lei ai lei lei ai