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O que fazer da Terra que não gira?
O que fazer do inferno? Eu não desço até ele...
Para quem é este mar que não se acalma?
E ante ao efêmero, eu não fico...

Eu me perguntava se você entenderia...
Mas entender o que?
As palavras... elas não param...

Eu sempre irei para onde é calmo
Eu sempre irei para onde é o certo
Onde minha honestidade se desarme...
aquela que você nunca entenderá...

Eu aprendi através destas lágrimas que é preciso amar
mais do que isso...
E que as mentiras são como lâminas que cortam, mas eu
não me machuco mais...

Eu sempre irei para onde é calmo
Eu sempre irei para onde é o certo
Onde o infinito será minha chama
Mas isso, você nunca verá...
Pois não era você...
E eu não sabia...
Mas eu não guardo ressentimentos de você.....
não mais que de mim mesmo!

O que fazer das nossas guerras?
Eu não me renderei...
Ao cheque-mate do passado, eu não retornarei!

Aprender e se calar... se quebrando, às vezes...

Inspirar o ar.... expirar você...

Eu me perguntava se você ouviria...
Mas ouvir o que?
As palavras que não param...?

Eu sempre irei para onde é calmo
Eu sempre irei para onde é o certo
Onde minha honestidade se desarme...
aquela que você nunca entenderá...

Eu aprendi através destas lágrimas que é preciso amar
mais do que isso...
E que as mentiras são como lâminas que cortam, mas eu
não me machuco mais...

Eu sempre irei para onde é calmo
Eu sempre irei para onde é o certo
Onde o infinito será minha chama
Mas isso, você nunca verá...
Pois não era você...
E eu não sabia...
Mas eu não guardo ressentimentos de você.....
não mais que de mim mesmo!

O que fazer...?
Amar já...