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Um pequeno chacal superficial de um homem que se faz
passar por um falcão.
Oportunista que é conivente
Arrende a lâmina a arma a bomba em nome da justiça.
Uma panacéia violenta para o que aflige a nação
Em avanço do porco.
Você não arrancará a verdade das minhas mãos
Os olhos nunca fecharam a claridade.
Apertar o controle tão forte em um horror
ordinário.
Perscrutando por uma cortina de sangue.
Retribuição ou vingança ele importa não que
Enquanto as estadias de porco em cima da escada de mão
do osso o seu pai construiu.
Cinzas a cinzas ao pó
Comido condimentado com ambivalência.
A nação engole tudo isso
Enfraquecido pelo seu pescoço coletivo no laço.
O comércio traz a guerra
A guerra santa veio a ambos os lados.
O olho de um olho dispara para o fogo
A morte que chove como as torres esmigalha-se.
Isto nunca terminará.
Deixado sem uma escolha
Pela elite fiscal
A guerra é posta em movimento por mais altos poderes.

Um disputa para o desconhecido.
Deixado falido, morremos no interior.
Como um par pula de mãos dadas para a sua morte.
Enrolado em enfaixamento de mentiras e posto em um
contendor
A colher alimentou de merda sequer embrulhou seus estômagos
As bocas abertas bocejam para mais abuso
Alguém precisa à ponta do ninho.
O porco ascende
Enuquanto me afundo mais
Raiva misantrópica
Espera pela minha morte.