Gaścho da Fronteira
Sumanta De Amor
Todas as letras de músicas de Gaścho da FronteiraMúsicas do įlbum Canta Pra Elas
- Original
Marcha
Moro pra fora labuto barbaridade
Mas quando vou pra cidade, me esqueēo do batente
Caio na vida, com as thengas eu me afino
Sou que nem cusco tetania quando escapa da corrente.
Estrambulega, diz que fui desde piazito
No trabalho me acredito, mas por baile me derreto
De vez em quando me entrevero no povoado
E lį num luzeiro encarnado vou sacoaiar o esqueleto.
Mulher bonita
Nćo refugo, nćo senhor
Oigatź, coisa bonita
Que é uma sumanta de amor.
E uma lindura se agasalha nos meus braēos
E se embalo no compasso mais ou menos tipo rede
Num puxa e frouxa, se esfregando na gente
Logo deixa este vivente subindo pelas paredes.
Nćo é lorota, sinceramente nćo minto
No meio delas me sinto um guri fazendo arte.
É coisa linda o corpo daquelas prendas,
Só com um fiapo de renda mal e mal cobrindo as parte.
Depois da lida que eu mesmo sou meu patrćo
Na farra agüento o tirćo e danēo de ficar corcundo,
Lį pelas tantas floreando faēo um sinuelo
Guardo as pilchas, grudo em pźlo do jeito que vim ao mundo.
E se ainda tiver alguma pelźga
Depois de danēar que chega prum quarto vou me enfurnando
É o ritual mais primitivo que existe
Se o corpo velho resiste amanheēo praticando.
Moro pra fora labuto barbaridade
Mas quando vou pra cidade, me esqueēo do batente
Caio na vida, com as thengas eu me afino
Sou que nem cusco tetania quando escapa da corrente.
Estrambulega, diz que fui desde piazito
No trabalho me acredito, mas por baile me derreto
De vez em quando me entrevero no povoado
E lį num luzeiro encarnado vou sacoaiar o esqueleto.
Mulher bonita
Nćo refugo, nćo senhor
Oigatź, coisa bonita
Que é uma sumanta de amor.
E uma lindura se agasalha nos meus braēos
E se embalo no compasso mais ou menos tipo rede
Num puxa e frouxa, se esfregando na gente
Logo deixa este vivente subindo pelas paredes.
Nćo é lorota, sinceramente nćo minto
No meio delas me sinto um guri fazendo arte.
É coisa linda o corpo daquelas prendas,
Só com um fiapo de renda mal e mal cobrindo as parte.
Depois da lida que eu mesmo sou meu patrćo
Na farra agüento o tirćo e danēo de ficar corcundo,
Lį pelas tantas floreando faēo um sinuelo
Guardo as pilchas, grudo em pźlo do jeito que vim ao mundo.
E se ainda tiver alguma pelźga
Depois de danēar que chega prum quarto vou me enfurnando
É o ritual mais primitivo que existe
Se o corpo velho resiste amanheēo praticando.

