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When The Pawn
Quantas vezes terei que dizer
Par se afastar, ir embora?
Sacuda sua merda, passe por outras amantes,
Humilde
morada.
Você teve seu jogo, fez sua mirada e foi embora com
muito,
Mas não estou acesa.
Então jogue fora a carne
que você está vendendo.
Porque eu sei o que é bom para
mim
E fiz o que podia por você
Mas você não está
aproveitando bem, e ainda assim estou sentando,
Cantando
novamente, canto, canto novamente.
Como posso lidar com
isso se ele não se revolve?
Vou me curar disso? Ele não vai
admitir.
Nada para fantasiar, tenho que me livrar dele.
É hora da verdade: ele não dá a mínima pra mim.
Porque eu
sei o que é bom para mim
E fiz o que podia por você
Mas você não está aproveitando bem, e ainda assim estou
sentando,
Cantando novamente, canto, canto novamente.
Como posso lidar com isso se ele não se revolve?
Vou me
curar disso? Ele não vai admitir.
Nada para fantasiar,
tenho que me livrar dele.
É hora da verdade: ele não dá a
mínima pra mim.
Quantas vezes isso ainda pode escalar
Até se elevar a um nível onde eu não possa mais respirar?
E eu tenho que decidir se você deve zombar
Que tenho uma
quase obrigação de me levantar e partir.
Idealizarei e,
então, notarei que não é muito sacrifício,
Porque o preço
está pago
E não há mais nada como o que se preocupar.
Vá se foder!
Porque fiz o que pude por você
E eu sei
o que é bom pra mim e não estou me beneficiando
Em vez
disso, estou sentando, cantando novamente, cantando novamente,
cantando novamente.
Canto, canto, canto novamente.
Como posso lidar com isso se ele não se revolve?
Vou me
curar disso? Ele não vai admitir.
Nada para fantasiar,
tenho que me livrar dele.
É hora da verdade: ele não dá a
mínima pra mim.