Olhos do tirano Nos olhos do poderoso dominador e seu mal Doutrinas, não há vestígio de romance Mas os temores que crescem Ninguém pode olhá-lo próximo a seus olhos Você matou minha poesia A muito tempo atrás – agora Quantas vezes você me deixou com raiva Quando suas palavras foram falsas E sua risada insana, por quantas vezes Você escreveu mentiras sobre minha vida E deseja, sobre meu prazer e minha dor Eu descubro minhas presas para você Olhe para o meu rosto e Você enxergará dentro da minha mente E olhará Os olhos do tirano – ohos da noite Os olhos do tirano – olhos da noite De volta da terra dos mortos, Para dentro do dia De volta da terra dos mortos, Para dentro do dia Rei da noite, me diga o que fazer Devo eu morrer em glória, Devo erguer meus punhos O crime de minhas dúvidas É a travessura de que preciso Não morrerei de joelhos Eu vou matar para resistir A humilhação dos amaldiçoados Choras as lágrimas de romance Senhor da perpendicularidade leve-me agora O império dos tristes O império dos loucos Meus sentimentos foram mortos Há muito tempo atrás Nós somos eternos, nós somos imortais Aqui está um vestígio de glória Em nossas mãos Majestoso e selvagem, Nós ficamos e lutamos Logo nosso orgulho escurecido Estará desaparecendo Você perceberá que terá andado sem destino Nunca domine o pecaminoso Eu sou um tirano esta noite De volta da terra dos mortos, Para dentro da luz De volta da terra dos mortos, Para dentro... Lá vamos nós