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O Tempo Não Pára
Instrumento:
Tom: Gm
Intro: Gm F Gm F 

  
    Gm                            Eb 
 Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
     Cm                   F7 
 Com sabor de fruta mordida
  Gm           Eb           Cm
 Nós, na batida, no embalo da rede   
       Eb               Ab 
 Matando a sede na saliva
 D4/7 
 Ser teu pão, ser tua comida 
 F4/7 
 Todo amor que houver nessa vida 
   Am      Eb7                 Gm F G F
 E algum trocado pra dar garantia
     Gm                   Eb 
 E ser artista no nosso convívio 
   Cm7                       F7 
 Pelo inferno e céu de todo dia
   Gm        Eb             Cm
 Pra poesia  que a gente não vive
         Eb                    Ab 
 Transformar o tédio em melodia
 D4/7 
 Ser teu pão, ser tua comida 
 F4/7 
 Todo amor que houver nessa vida 
   Am    Ab7    Gm            FGm F
 E algum veneno anti monotonia
      Gm                        Eb 
 E se eu achar a sua fonte escondida   
   Cm                            F7 
 Te alcanço em cheio o mel e a ferida
   Gm        Eb                 Cm
 E o corpo inteiro como um furacão
      
       Eb                   Ab 
 Boca,  nuca, mão e a tua mente, não
 D4/7 
 Ser teu pão, ser tua comida 
 F4/7 
 Todo amor que houver nessa vida 
     Am       Ab7         Gm
 E algum remédio que me dê alegria
    Am            Ab7           Gm 
 E algum remédio que me dê alegria

No Nordeste do Brasil, cazuza é um sinônimo para moleque. No dicionário, cazuza é um inseto de picada dolorosa.

Cazuza fez parte de um famoso grupo teatral chamado Asdrúbal Trouxe o Trombone. Foi lá que ele descobriu sua vocação.

Quem apresentou Cazuza ao Barão Vermelho foi Léo Jaime.

Durante um show no Canecão (RJ), Cazuza cuspiu numa bandeira nacional que foi atirada por uma fã.