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Só se For a Dois
Instrumento:
Tom: G
Intro.: (F#m G A G)

F#m G
    Aos gurus da Índia
F#m G
    Aos judeus da Palestina
F#m G 
    Aos índios da América Latina
F#m G
    E aos brancos da África do Sul
O mundo é azul
A  G
   Qual é a cor do amor ?
F#m G                   A  
   O meu sangue é negro, branco
  G
   Amarelo e vermelho
F#m G
    Aos pernambucanos
A   G 
    E aos cubanos de Miami
F#m G
    Aos americanos, russos
A   G
    Armando seus planos
F#m G
    Ao povo da China
A   G
    E ao que a história ensina
F#m G
    Aos jogos, aos dados
A   G
    Que inventaram a humanidade
    Bm
    As possibilidades de felicidade
    Em 
    São egoístas, meu amor
    Bm
    Viver a liberdade, 
                Em   
    amar de verdade
    A                        G
    Só se for a dois, só a dois, é
F#m G
    Aos filhos de Ghandi
A   G 
    Morrendo de fome
F#m G
    Aos filhos de Cristo
A   G 
    Cada vez mais ricos
    Bm 
    O beijo do soldade em 
               Em
    sua namorada
 
    Seja para onde for
    Bm 
    Depois a gande noite
              Em
    Vai esconder a cor das flores
   A               F#m G 
    E mostrar a dor, a dor
F#m G
    Eu digo, o mundo é azul
A  G
   Qual é a cor do amor ?
F#m G                   A  
   O meu sangue é negro, branco
  G
   Amarelo e vermelho, 
  (A G) 
   Vermelho.

No Nordeste do Brasil, cazuza é um sinônimo para moleque. No dicionário, cazuza é um inseto de picada dolorosa.

Cazuza fez parte de um famoso grupo teatral chamado Asdrúbal Trouxe o Trombone. Foi lá que ele descobriu sua vocação.

Quem apresentou Cazuza ao Barão Vermelho foi Léo Jaime.

Durante um show no Canecão (RJ), Cazuza cuspiu numa bandeira nacional que foi atirada por uma fã.