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Burguesia
Instrumento:
Tom: G

         G
Perto do fogo
C                G
Como faziam os hippies
C           G
Perto do fogo
C               G
Como na idade média
C                    G
Quero queimar minha erva
                D			          G   
Eu quero estar perto do fogo, fogo, fogo, fogo, fogo
C  G  C  G C  G 
C             G
Perto do fogo
C                G
Quando tudo explodir
C                       G
É, mas não vai explodir nada
  C                        G    
Vão ficar os homens se olhando
                  D 
E dizendo: "O momento está chegando
                     G         C
Perto do fogo meu amor", ai, ai,
     G         C         G   C  G  
Meu amor, ai, ai, meu amor    
C              G          C		G   C	
"Tava aqui pensando... pensando...
G                C                    G
No ano dois mil e vinte eu vou ter o quê?
C               G                C    G
Setenta e dois, setenta e três anos ?
C            G      C                D
Vai ser tudo igual, tudo tudo igual..."
F                  E           Am7         
Perto do fogo, eu queria ficar perto do fogo
D7              
No umbigo do furação
    Am7                 D7   Am7 C      D7   Am7  C   D7
E no peito um gavião              (gavião,             gavião)
F        E       Am7                    D7
Perto do fogo, eu queria ficar perto do fogo
D             C      G    Am7   C   Em  D  Am7  C  Em    
E no peito um gavião
D              G
No coração da cidade
  C                G 
Defendendo a liberdade
C                  G
Eu quero ser uma flor
C                    G
Nos teus cabelos de fogo
C                 G
Quero estar no poder
                      D    G    C   G   C   G   C 
Eu quero estar perto do fogo, fogo, fogo, fogo, fogo
 G  C  G  C  G  C   G  Am7  C  G

No Nordeste do Brasil, cazuza é um sinônimo para moleque. No dicionário, cazuza é um inseto de picada dolorosa.

Cazuza fez parte de um famoso grupo teatral chamado Asdrúbal Trouxe o Trombone. Foi lá que ele descobriu sua vocação.

Quem apresentou Cazuza ao Barão Vermelho foi Léo Jaime.

Durante um show no Canecão (RJ), Cazuza cuspiu numa bandeira nacional que foi atirada por uma fã.