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Exagerado
Instrumento:
Tom: D
Intro.: (G D C) 

G       D     C 
Amor da minha vida 
G            D    C 
Daqui até a eternidade 
Em                 D 
Nossos destinos foram traçados 
    C          Am Bm D 
Na maternidade 
G               D    C 
Paixão cruel, desenfreada 
G              D        C 
Te trago mil rosas roubadas 
Em                      D 
Pra desculpar minhas mentiras 
B7
Minhas mancadas 
       C 
Exagerado 
D 
Jogado aos teus pés 
        G       D    C 
Eu sou mesmo exagerado 
Em                 D     C Am Bm D 
Adoro um amor inventado 
G                  D    C 
Eu nunca mais vou respirar 
G             D    C 
Se você não me notar 
Em                       D 
Eu posso até morrer de fome 
     C              Am Bm D 
Se você não me amar 
Em                    Bm 
E por você eu largo tudo 
F               Am 
Vou mendigar, roubar, matar 
Em                    Bm 
Até nas coisas mais banais 
F                 Am 
Pra mim é tudo ou nunca   mais 
     C 
Exagerado 
  D 
Jogado aos teus pés 
        G       D    C 
Eu sou mesmo exagerado 
Em                 D     C Am Bm D 
Adoro um amor inventado 
Em                    Bm 
E por você eu largo tudo 

F              Am 
Carreira, dinheiro, canudo 
Em                    Bm 
Até nas coisas mais banais 
F                  Am 
Pra mim é tudo ou nunca mais 
       C 
Exagerado 
D 
Jogado aos teus pés 
        G       D    C 
Eu sou mesmo exagerado 
Em                 D     C Am Bm D 
Adoro um amor inventado 
   G 
Jogado aos teus pés 
         D         C 
Com mil rosas roubadas 
      G 
Exagerado 
    Em                D 
Eu adoro um amor inventado 
G                C 
Jogado aos seus pés, bem melhor 
         G      D    C 
Eu sou mesmo exagerado 
Em                    D 
Adoro um amor inventado

No Nordeste do Brasil, cazuza é um sinônimo para moleque. No dicionário, cazuza é um inseto de picada dolorosa.

Cazuza fez parte de um famoso grupo teatral chamado Asdrúbal Trouxe o Trombone. Foi lá que ele descobriu sua vocação.

Quem apresentou Cazuza ao Barão Vermelho foi Léo Jaime.

Durante um show no Canecão (RJ), Cazuza cuspiu numa bandeira nacional que foi atirada por uma fã.