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Ideologia
Instrumento:
B4                B
 Poetas e loucos aos poucos 
    E
 Cantores do porvir 
   B4          B
 E mágicos das frases 
      E   
 Endiabradas sem mel 
 F#7
 Trago boas novas 
     G#7
 Bobagens num papel 
    F#7
 Balões incendiados 
             G#7 
 Coisas que caem do céu 
                 E        D
 Sem mais nem por quê 
     B4           B
 Queria um dia no mundo 
   E 
 Poder te mostrar o meu 
    B4          B  
 Talento pra loucura 
      E
 Procurar longe do peito 
    F#7
 Eu sempre fui perfeito 
       G#7
 Pra fazer discursos longos 
    F#7
 Fazer discursos longos 
             G#7
 Sobre o que não fazer 
                    E      D
 Que é que eu vou fazer? 
B4        B    A 
 Senhoras e senhores 
B4     B    A
 Trago boas novas 
C
 Eu vi a cara da morte 
              G#m
 E ela estava viva 
C 
 Eu vi a cara da morte 
              G#m
 E ela estava viva - viva! 
 
 B4   B   E   B4   B   E   B4   B   E   B4   B   E
         B4          B        E
 Direi milhares de metáforas rimadas 
 E farei 
    B4          B
 Das tripas coração 
           E
 Do medo, minha oração 
 F#7
 Pra não sei que Deus "H" 
    G#7
 Da hora da partida 
    F#7
 Na hora da partida 
            G#7
 A tiros de vamos pra vida 
                  E      D
 Então, vamos pra vida  
B4        B    A 
 Senhoras e senhores 
B4     B    A
 Trago boas novas 
C
 Eu vi a cara da morte 
              G#m
 E ela estava viva 
C 
 Eu vi a cara da morte 
              G#m
 E ela estava viva - viva! 
 B4   B   E

No Nordeste do Brasil, cazuza é um sinônimo para moleque. No dicionário, cazuza é um inseto de picada dolorosa.

Cazuza fez parte de um famoso grupo teatral chamado Asdrúbal Trouxe o Trombone. Foi lá que ele descobriu sua vocação.

Quem apresentou Cazuza ao Barão Vermelho foi Léo Jaime.

Durante um show no Canecão (RJ), Cazuza cuspiu numa bandeira nacional que foi atirada por uma fã.