- Original
- Tradução
Se chama Lola e tem história
Ainda mais que história, é um poema.
Sua vida inteira passou buscando
Noites de glória como alma em pena.
Por trás de seu manto de fria dama
tinha escondidas terríveis armas
para as batalhas de face-a-face
que muito facilmente ganhava.
Se deu tão mal de mão em mão,
de boca em boca, de cama em cama,
como uma boneca que se desgasta
Se torna velha e a dor arrasta
REFRÃO
Ouça-me Lola, minha meiga Lola,
tua triste vida é tua triste história.
Mas que maneira de caminhar
Olhe a luxúria em seu olhar.
Ouça-me Lola, minha meiga Lola,
tua triste vida é tua triste história.
Mas que maneira de caminhar
Olhe a luxúria em seu olhar.
Ouça-me Lola, minha meiga Lola,
tua triste vida é tua triste história...
Foi mulher serena até o instante
de entregar-se pronta a seus amantes
É tempo de pranto, é tempo de dúvida
de nostalgia e de sua loucura.
Tens o consolo de se ver coberta
de carinho limpo e amor sincero
porque ninguém soube roubar de teus beijos
isso que hoje te sobra e que ninguém sente falta
REFRÃO
É tempo da ruga que não perdoa
É o tempo da fruta... e da pintura.
Ainda mais que história, é um poema.
Sua vida inteira passou buscando
Noites de glória como alma em pena.
Por trás de seu manto de fria dama
tinha escondidas terríveis armas
para as batalhas de face-a-face
que muito facilmente ganhava.
Se deu tão mal de mão em mão,
de boca em boca, de cama em cama,
como uma boneca que se desgasta
Se torna velha e a dor arrasta
REFRÃO
Ouça-me Lola, minha meiga Lola,
tua triste vida é tua triste história.
Mas que maneira de caminhar
Olhe a luxúria em seu olhar.
Ouça-me Lola, minha meiga Lola,
tua triste vida é tua triste história.
Mas que maneira de caminhar
Olhe a luxúria em seu olhar.
Ouça-me Lola, minha meiga Lola,
tua triste vida é tua triste história...
Foi mulher serena até o instante
de entregar-se pronta a seus amantes
É tempo de pranto, é tempo de dúvida
de nostalgia e de sua loucura.
Tens o consolo de se ver coberta
de carinho limpo e amor sincero
porque ninguém soube roubar de teus beijos
isso que hoje te sobra e que ninguém sente falta
REFRÃO
É tempo da ruga que não perdoa
É o tempo da fruta... e da pintura.
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