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Cinzas dos inocentes,
O fim para você e para mim.
Escurecidos gritos de agonia,
Estão implorando "libertem-me".
De luto por todos os seus entes queridos,
Conforme seus corpos se tranformam em pedra.
Violência ódio e agonia,
São o que crescemos para saber.

Abraçe-me, mostre-me,
Deixe-me de joelhos.
Assim quando o fogo queima,
E as mesas viram.
Nunca vamos descansar em paz,
Descanse em paz.

Cinzas dos inocentes,
Fazem-me lembrar do passado.
Levando cicatrizes da vitória,
O tempo passou rápido demais.
Cantando melodias partidas,
Como cacos de vidros quebrados.
Rasgando pelos meus pensamentos,
Estas cicatrizes nunca vão durar.

Abraçe-me, mostre-me,
Deixe-me de joelhos.
Assim quando o fogo queima,
E as mesas viram.
Nunca vamos descansar em paz,
Descanse em paz.

Abraçe-me, mostre-me,
Deixe-me de joelhos.
Assim quando o fogo queima,
E as mesas viram.
Nunca vamos descansar em paz,
Descanse em paz.

Cinzas dos inocentes,
O fim para você e para mim.
Escurecidos gritos de agonia,
Estão implorando "libertem-me".

Abraçe-me, mostre-me,
Deixe-me de joelhos.
Assim quando o fogo queima,
E as mesas viram.
Nunca vamos descansar em paz,
Descanse em paz.

Abraçe-me, mostre-me,
Deixe-me de joelhos.
Assim quando o fogo queima,
E as mesas viram.
Nunca vamos descansar em paz,
Descanse em paz.