Como me dói estar acordado
E não poder cantar,
Como expressar com palavras
Que eu morro se não Estás
O tempo passa e tudo muda
Hoje choro de solidão,
O sonho que levou na alma
De repente já não esta,
Que o sorriso já se foi embora
Minhas lagrimas cairam
Na oficina do Mestre venho
Pois Ele me curara
Me tomará em Seus braços
E cada ferida será curada
As ferramentas do Mestre
Minha alma remendara
Martelo na mão e muito fogo,
Ainda que doa me ajudará...
A conhecê-Lo e a entendê-Lo,
E saber que nada mereço
Amar é mais um pretexto
É uma entrega e um negar
Mais que aquele sentimento
É a decisão de amar
A oficina do Mestre venho
Ali, onde o sol se põe
A ofina do Mestre venho
Carpinteiro minha alma aqui está
A oficina do Mestre venho
Não importa quanto tempo eu vou estar lá
A oficina do mestre venho...
Triste aqueles dias que fez frio, e o sol não apareceu,
Quando o talento não é tudo e o silêncio vale mais
Que mil palavras sem sentido de uma vida que vai
E não poder cantar,
Como expressar com palavras
Que eu morro se não Estás
O tempo passa e tudo muda
Hoje choro de solidão,
O sonho que levou na alma
De repente já não esta,
Que o sorriso já se foi embora
Minhas lagrimas cairam
Na oficina do Mestre venho
Pois Ele me curara
Me tomará em Seus braços
E cada ferida será curada
As ferramentas do Mestre
Minha alma remendara
Martelo na mão e muito fogo,
Ainda que doa me ajudará...
A conhecê-Lo e a entendê-Lo,
E saber que nada mereço
Amar é mais um pretexto
É uma entrega e um negar
Mais que aquele sentimento
É a decisão de amar
A oficina do Mestre venho
Ali, onde o sol se põe
A ofina do Mestre venho
Carpinteiro minha alma aqui está
A oficina do Mestre venho
Não importa quanto tempo eu vou estar lá
A oficina do mestre venho...
Triste aqueles dias que fez frio, e o sol não apareceu,
Quando o talento não é tudo e o silêncio vale mais
Que mil palavras sem sentido de uma vida que vai

