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(O Mal que os Homens Fazem)


O amor é uma navalha
E eu caminhei por aquela lâmina prateada
Dormi na poeira com a filha dele
Os olhos dela vermelhos com o massacre da inocência
Mas eu rezarei por ela
Gritarei seu nome alto
Eu sangraria por ela
Se pelo menos eu pudesse vê-la agora

Vivendo no fio da navalha
Balançando no abismo

O mal que os homens fazem vive para sempre

Círculo de fogo, meu batismo de alegria
E um fim parece
A sétima ovelha morta
O livro da vida se abre diante de mim

E eu rezarei por você
Algum dia eu retornarei
Não chore por mim
Além é onde eu aprendo